Berlim – dia 1

Continuando a viagem pela Alemanha, partimos de Frankfurt para Berlim de trem. Saímos da Frankfurt Hauptbahnhof por volta das 8 da manhã e chegamos em Berlim pouco depois do meio-dia. Compramos as passagens via internet por aqui. É muito melhor já chegar na estação com a passagem na mão, embora ela possa ser comprada na hora. Só que comprando na estação, nem sempre você vai encontrar um horário ou lugar favorável.

Chegamos em Berlim debaixo de muita chuva. Tentamos pegar um Über, mas todas as vezes que tentei pedir, o carro parava do outro lado da rua e  a uns 500 metros de onde estávamos. Sem condições de arrastar mala com aquela chuva toda. Depois de muito tentar, resolvemos pegar um táxi.

Ficamos hospedadas no Alexander Plaza Berlin, um hotel quatro estrelas com ótimo custo/benefício, pertinho da Alexanderplatz, uma das principais praças de Berlim. Além da ótima localização, o hotel possui quartos amplos, com frigobar. O Alexander Plaza fica em Rosenstraße 1, 10178 Berlim, Alemanha, telefone +49 30 240010.

Largamos as malas no hotel e fomos procurar um restaurante por perto pra almoçar. Encontramos o vietnamita Madami – Mom’s vietnamese kitchen. Emília não gostou muito da comida. Eu gostei bastante, mas sou boa de boca. Além da boa comida, achei o ambiente gostoso e os garçons atenciosos. Fica em Rosa-Luxemburg-Straße 3, 10178 Berlim, Alemanha, telefone +49 30 88473866. Fecha às 23h.

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Interior do restaurante

Saindo do restaurante fomos andando até a Alexanderplatz, que é bem pertinho. Essa praça, que é a maior de Berlim, fica no bairro Mitte, um dos mais interessantes da cidade. O local originalmente se chamava Ochsenmarkt ou Ochsenplatz, pois ali havia uma feira de gado. Foi depois da visita do czar russo Alexander I à cidade, que recebeu o nome que é conhecido hoje. A praça é um importante centro comercial porque além do Mercado Central, tem várias lojas de departamentos, eletrônicos e outras lojas em geral.

Quando for atravessar a praça, preste muito atenção aos bondinhos. A passagem, que parece ser só para pedestres, é para os bondes também.

Não ficamos muito tempo por lá pois a chuva só aumentava a cada momento. Resolvemos entrar na St. Marienkirche Berlin, ou Igreja de Santa Maria, que fica bem pertinho da Alexanderplatz. A igreja é muito bonita e não se sabe ao certo a data da sua construção, mas presume-se que foi erguida no início do século 13. Originalmente era uma igreja católica, mas foi convertida ao protestantismo durante a Reforma Protestante. É a igreja mais antiga de Berlim e é bem bonita, principalmente por dentro. Tentei tirar uma foto da igreja do lado de fora, mas chovia tanto, que não deu. O que pegamos de chuva nessa viagem…A Marienkirche fica em Karl-Liebknecht-Str. 8, 10178 Berlim, Alemanha, telefone +49 30 24759510. Abre de terça a domingo a partir das 10h.

Além da chuva, estava ventando e fazendo um frio retado. Resolvemos voltar ao hotel, mas antes passamos no café Koch’s Café Haus, para tomarmos um chocolate quente. O lugar é aconchegante, tem várias coisinhas gostosas pra comer e estava bem quentinho. Tomei um chocolate delicioso lá. Pedi uma xícara média e veio quase um balde. Sem reclamação aqui. O Koch’s Café Haus fica em Karl-Liebknecht-Str. 7, 10178 Berlim, Alemanha, telefone +49 30 2423775. Abre de terça a domingo a partir das 9h.

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Meu delicioso chocolate

Voltamos ao hotel e depois fomos nos encontrar com minha amiga atleta Adriana, que foi correr a Maratona de Berlim, e sua irmã Keline, no Restaurant Entrecot. Outro restaurante com ambiente agradável e comida deliciosa. O contra-filé estava muito bom e bem parecido com o do restaurante le Relais de l’Entrecôte, em Paris. Falei dele aqui. Porém, no restaurante de Paris só tinha um prato, enquanto nesse o menu é bem variado. Fica em Schützenstraße 5, 10117 Berlim, Alemanha, telefone +49 30 20165496.

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O mesmo prato pra todas

De lá, fomos andando até o hotel de Adrianinha e Keline, que fica bem perto do Checkpoint Charlie, um antigo posto militar na fronteira entre Berlim Ocidental e Berlim Oriental, durante a Guerra Fria. Ligava o setor estadunidense com o setor soviético e se localizava na junção das ruas Friedrichstrasse com Zimmerstrasse e Mauerstrasse. As autoridades da Alemanha Ocidental construíram este posto para servir como um ponto de controle para registrar a passagem de membros das Forças Aliadas e diplomatas estrangeiros entre a Alemanha Ocidental e a Alemanha Oriental, logo após a construção do Muro de Berlim. O posto foi removido após a reunificação da Alemanha e a cabine original se encontra no Museu dos Aliados. Desde o ano 2000 existe uma reprodução onde antes havia a cabine original. Havia dois outros postos militares localizados na direção ocidental e eles tinham os nomes de Checkpoint Alpha e Checkpoint Bravo, de acordo com o alfabeto fonético da OTAM. O Checkpoint Charlie fica na Friedrichstraße 43-45, 10969 Berlim, Alemanha, telefone +49 30 2537250.

Ainda bem que passei por lá nesse dia, senão não teria tipo paciência para enfrentar a longa fila que se forma para tirar foto no local. Quando passei no local outro dia, a fila estava gigante e, pra variar, estava chovendo. Paciência é uma virtude que possuo bem pouca. :p

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Com sono e com frio

 

Londres – Dia 6

Londres fez dias lindos no outono de 2018. E nada melhor do que passear num parque, num dia bonito.

Dessa vez escolhemos o St James Park, que fica pertinho do Palácio de Buckingham. Ele é o mais antigo Parque Real de Londres e possui cerca de 23 hectares. Tem um lindo lago habitado por cisnes, patos e pelicanos. Além da Blue Bridge, que tem vista para o Palácio de Buckingham, Elizabeth Tower e London Eye.

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Outono é minha estação favorita
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Blue Bridge, com Palácio de Buckingham ao fundo

Depois de passearmos no parque, fomos em direção ao Shard, maior edifício da Europa, atualmente. Tínhamos uma mesa reservada no Aqua Shard, mas como chegamos cedo, resolvemos fazer hora na Science Gallery London. É uma galeria que mistura ciência e arte, geralmente com pesquisas realizadas na Kings College de Londres. Foi uma visita rápida, mas o pouco que vi, achei interessante. Tem um Café bem bonitinho que, pelo que soube, é muito bom. E o melhor, você não precisa pagar pra visitá-la. Fica na Great Maze Pond, London SE1 9GU, Reino Unido.

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The Shard

 

O restaurante Aqua Shard fica localizado no 31º andar do edifício Shard. É um restaurante e bar de comida contemporânea e tem vistas da cidade de tirar o fôlego. Nós tivemos sorte de estarmos em Londres na época do London Restaurant Festival, quando vários restaurantes preparam menus com preços especiais. Então nosso almoço com entrada, prato principal e sobremesa, mais um Bellini, saiu por 36 libras. Eu gostei bastante dos meus pratos, já a minha amiga disse que gostou mais da entrada e sobremesa. Caso você não queria almoçar ou jantar, você não precisa reservar. O bar, que fica no meio do restaurante, serve todo tipo de coquetel e tem garçons bem atenciosos. Já para almoço, jantar ou chá da tarde, é melhor fazer uma reserva. Escolha uma mesa perto das paredes de vidro. Você pode reservar aqui. O Aqua Shard fica no level 31, The Shard, 31 St Thomas St, London SE1 9RY, Reino Unido.

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Enquanto esperava a mesa ficar pronta, tomei esse drink no bar. Não lembro o nome, mas estava ótimo!
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Vista da Tower Bridge ❤

Saindo do almoço, resolvemos ir ao British Museum, ou Museu Britânico. Um dos museus mais importantes do mundo, o Museu Britânico foi fundado em 7 de Junho de 1753 e abriga mais de sete milhões de objetos de todos os continentes, que documentam a história da cultura humana, desde os seus primórdios, até os dias de hoje. Entre esses objetos está a Pedra da Roseta, um fragmento de uma estela (ou pedra erguida) de granodiorito do Antigo Egito, cujo texto foi crucial para a compreensão moderna dos hieróglifos egípcios.

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Fachada do Museu Britânico

Esse museu é enorme e fica difícil conhecê-lo inteiro de uma só vez. Sou suspeita pra falar, porque adoro um museu. Esse vale muito à pena. E é de graça! Fica na Great Russell St, Bloomsbury, London WC1B 3DG, Reino Unido.

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Pedra de Roseta

Saímos do museu e fomos pra Covent Garden, para fazer umas comprinhas de última hora e passear por lá, que é um lugar super gostoso. Já com fome, resolvemos procurar o Jamie’s Italian, onde já tínhamos almoçado e gostado, e nos deparamos com o Giovanni’s of Covent Garden. Resolvemos entrar e a decisão foi acertadíssima. A comida estava deliciosa e o restaurante tem uma ótima carta de vinhos. O próprio Giovanni veio conversar com a gente e ele é uma simpatia. Além do restaurante ser uma graça, ele fica numa rua que já serviu de cenário para os filmes de Harry Potter e O Retorno Mary Poppins. Quando for em Londres, vá nesse restaurante sem medo de errar. 10 Goodwin’s Ct, Covent Garden, London WC2N 4LL, Reino Unido. Telefone  +44 20 7240 2877

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Adega do Giovanni’s
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Tava bom, viu!

Londres – Dia 4

E vamos continuar nosso passeio por Londres, essa cidade linda!

Fez outro dia de sol e estava até calor. Resolvemos começar nosso dia com um autêntico café da manhã inglês. Na verdade foi quase um brunch, porque já passava das dez horas da manhã. Eu prefiro o café da manhã brasileiro, com frutas, café e um pãozinho, ou mesmo uma omelete ou ovos beneditinos. Pra mim café da manhã sempre tem que ter ao menos uma fruta. O café da manhã inglês é praticamente um almoço.

No geral, o Full English Breakfast consiste de: ovos fritos,  bacon, tomates, cogumelos, feijões assados ou cozidos com molho de tomate, linguiça e torrada. Às vezes varia, mas é basicamente isso. Não lembro o nome do pub que tomei meu café da manhã britânico, mas sei que ele fica em frente à South Kensington Station, na Thurloe Street. Achei bom, como experiência. Estava tudo gostoso, mas nem pensar em trocar minhas frutas por esse bando de gordices. Fora que feijão com molho de tomate é meio esquisito.

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My Full English Breakfast

O dia ensolarado estava propício para ficarmos outdoors, então resolvemos visitar o Kensington Gardens, um dos Parques Reais de Londres. Originalmente, ele fazia parte do Hyde Park, o maior parque da cidade, até que no final do século 17 o rei William III comprou uma pequena parte do terreno e mandou construir o Palácio de Kensington, onde hoje moram o Duque e a Duquesa de Cambridge e seus filhotes fofos.

O Kensington Gardens tem várias atrações como os Memoriais do Príncipe Albert e da Princesa Diana, a estátua de bronze do Peter Pan e a casa de chá, Orangery, antigamente, uma estufa. O lugar é ótimo para passear, fazer ciclismo, pic nic ou simplesmente sentar num banco ou na grama e observar as pessoas, cisnes e esquilos. Programa delicioso!

De lá fomos a Westminster, onde fica a famosa Westiminster Abbey, o Parlamento Inglês, a Elizabeth Tower, com o Big Ben (a torre do relógio mais famoso do mundo está em reforma até meados de 2021) e a London Eye, a roda gigante mais alta da Europa, com 135 m. Nas outras três vezes que estive em Londres, dei uma volta na London Eye, mas dessa vez resolvi passar. Porém, garanto que é um passeio muito legal. A vista é incrível!

Fomos almoçar no pub The Red Lion, uma antiga taberna medieval e agora um pub belíssimo com ares vitorianos. Como fica muito perto do Parlamento e da Downing Street, é fácil encontrar políticos por ali. O primeiro ministro inglês Winston Churchill gostava de ir lá, tomar uns drinques, e o escritor Charles Dickens era um assíduo frequentador.

Apesar de ser quase 3 horas da tarde (ou por causa disso), o pub estava lotado. Conseguimos uma mesa por pura sorte. Aliás, sempre demos sorte em pubs lotados. 😉 A comida é simples e deliciosa, a cerveja estava numa temperatura ótima, enfim, adorei ter conhecido o pub, que junto ao The Churchill Arms, se tornou meu preferido na cidade. Ah! E o The Red Lion tem um bar no subsolo, que também serve almoço e você pode reservar para algum evento especial. O The Red Lion fica em 48 Parliament St, Westminster, London SW1A 2NH, Reino Unido e fica aberto até às 23h.

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Foto do site oficial
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Passeio por Westminster com a London Eye ao fundo

Depois do almoço, saímos andando pela cidade, paramos num livraria, onde comprei meu exemplar de Lethal White, que estava ansiosa pra ler, e fomos parar no Tate Modern.

O Tate Modern é o museu de arte moderna mais importante de Londres (e um dos mais importantes do mundo) e fica na antiga central elétrica de Bankside, às margens do Tâmisa. Tem obras permanentes de Pablo Picasso, Andy Warhol e Salvador Dalí. É o segundo museu mais visitado de Londres, perdendo apenas para o Museu Britânico, e o melhor: é de graça! Você só paga se tiver alguma exibição ocasional de algum artista, e mesmo assim, algumas são grátis. O museu fica aberto de domingo a quinta-feira das 10 até às 18h e sextas e sábados, das 10 às 22h. Bankside, London SE1 9TG, Reino Unido.

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Tate Modern
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A escultura Love, de Robert Indiana, foi dar um passeio em Londres

Do museu, atravessamos a Millennium Bridge, uma ponte suspensa para pedestres que foi inaugurada em 2000, para comemorar a entrada do milênio. Ela sai direto na Catedral de São Paulo.

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Catedral de São Paulo

A igreja já estava fechada, então não conseguimos visitá-la por dentro. Você pode comprar o ingresso e visitar a igreja com direito a subir na cúpula e descer até a cripta, onde estão os restos mortais de várias personalidades, como Winston Churchill. O ingresso custa 17 libras, mas se você quiser só olhar a igreja por dentro, basta ir no horário da missa, que não precisa pagar nada. Os tickets você pode comprar aqui. A catedral está aberta à visitação de segunda a sábado das 8:30 até as 16h. St. Paul’s Churchyard, London EC4M 8AD, Reino Unido.

De lá, já cansadas e com fome (e depois de ter queimado a língua com o café mais quente do mundo) fomos procurar um lugar pra jantar. Nos foi sugerido o Angus Stakehouse, um restaurante de carnes com quatro endereços em Londres. Foi uma ótima pedida. A carne é tenra, macia e o acompanhamento não deixou a desejar. Recomendo!

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Carne macia e saborosa!

Abaixo, mais algumas fotos.

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Sombra bem vinda
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Fazer nada é tão bom…
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Encontrei um amiguinho. Fofura!

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Paris – Dia 2

Quando você viaja para um lugar que já conhece, não tem aquela obrigação de ir nos pontos turísticos mais visados, e consequentemente, mais cheios. Como foi minha segunda vez em Paris e a quarta ou quinta de Adriana, resolvemos tirar o dia para andar pela cidade e fazer umas comprinhas.

Aconteceu um contratempo: o celular da minha amiga morreu. Então tivemos que ir na Apple pra ela resolver o problema. Como era perto do Ópera Garnier, resolvi conhecer o teatro por dentro enquanto ela comprava outro celular. Mas eu fui a Paris na semana do Paris Fashion Week. E estava acontecendo um evento do Fashion Week justamente no teatro. :/ O endereço é Place de l’Opéra, 75009.

Fiquei só com o gostinho de ver por fora e fui na Galeries Lafayette, que também era a poucos minutos da Apple. A Galeries Lafayette é uma loja de departamento francesa belíssima em estilo art nouveau que abriga as grandes marcas de grife como Dior, Chanel, Prada, mas também tem lojas mais acessíveis como Zara e Topshop. Fiquei passeando por lá enquanto esperava Adriana e acabei comprando umas coisinhas. Meu consumismo maior é com livros, mas não tive como resistir ao apelo da loja. O endereço mais famoso fica na 40 Boulevard Haussmann, 75009.

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Não sou muito boa de selfie, mas acho que dá pra ter uma pequena ideia da loja
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Adriana e eu no telhado da Galeries Lafayette

Saímos de lá e fomos almoçar no Café de la Paix, que fica em frente ao Ópera Garnier. Esse restaurante foi aberto em 1862 e foi ponto encontro de artistas, intelectuais e escritores na época. Hoje ele continua atrativo tanto aos parisienses como para os turistas. Apesar do garçom mal humorado (eles são uma instituição em Paris), a comida estava ótima. O Café de la Paix fica na 5 Place de l’Opéra, 75009.

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Minha deliciosa salada

Nós não estávamos inclinadas a enfrentar uma fila gigante para entrar no Louvre, então resolvemos passear pelo Jardin des Tuileries, que fica bem pertinho do museu. O Tuileries é o jardim mais central de Paris. E um dos mais bonitos. Tem o Arco e o Jardim do Carrossel, além de várias esculturas espalhadas. As árvores são meticulosamente podadas e tem um laguinho cheio de cadeiras em volta, onde os adultos descansam e as crianças brincam. Vale à pena passear por lá num dia de sol. 113 Rue de Rivoli, 75001.

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Céu azul no outono!
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Não é porque não entrei no Louvre que não fui tirar foto na pirâmide

Paris é uma cidade muito fácil de caminhar. Dá pra fazer quase tudo a pé. E se você estiver cansado ou com preguiça, a malha de metrô lhe leva pra todo lugar. Depois que saímos do Tuileries fomos caminhar ao longo do Sena. Acho a cor dele, verde, incrível. Geralmente os rios são barrentos, mas o Sena é especial. Têm várias barraquinhas às margens do rio que vendem de tudo. Livros, gravuras, comida. Além disso é fácil encontrar alguém tocando algum instrumento e fazendo a alegria dos turistas. E por que não, dos locais também.

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Lindo por do sol no Sena

Já à noite e com fome, resolvemos ir jantar no le Relais de l’Entrecôte, restaurante que tentamos ir no dia que chegamos e não conseguimos. O restaurante foi fundado em 1959 e nunca mudou sua fórmula. É um restaurante de um prato só. Salada verde com nozes, entrecôte (contra-filé) com molho especial e secreto, e batatas fritas. O restaurante não aceita reservas e ficamos mais ou menos, meia hora na fila. Quando entramos nos puseram numa mesa minúscula, mas isso não tira o charme do restaurante. A garçonete só perguntou o que iríamos beber (vinho, lógico!) e qual ponto da carne preferíamos. Com o vinho ela trouxe uma cesta de pães e a salada. Gostosinha, mas nada de mais. Em seguida veio o prato principal. Achei delicioso! O ponto da carne do jeito que eu gosto e o molho tem um sabor diferente e muito gostoso. Depois que a gente acaba de comer a garçonete repõe a carne uma vez e as batatas quantas vezes você quiser. Claro que não sobrou espaço pra sobremesa. Aliás, as sobremesas e bebidas são as únicas coisas que variam no restaurante. Apesar da fila, eu adorei! São três endereços em Paris: 101, Boulevard du Montparnasse; 15, rue Marbeuf; 20, rue Saint-Benoît.

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Salada verde com nozes
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O prato principal

Outro dia eu falo do Museu do Louvre, que visitei na primeira vez que vi Paris.